Algumas pessoas acreditam que assim que um cão ou gato morre temos que ter outro animal, para não sofrermos tanto a perda. Outras consideram que é preciso passar pelo luto antes de adotar um novo peludo. Afinal, quanto tempo seria o ideal para esperar depois da morte de seu pet para que haja um integrante a mais na família?
Depois da morte de seu pet, quanto tempo você tem que deixar passar ?
Esta é uma pergunta muito habitual entre os tutores de cães e serve também para o caso dos gatos. A morte de um ser tão importante sempre nos causa muito sofrimento. Por isso, muitos recomendam esperar até ter passado toda a dor dessa terrível situação.
O processo de luto depois da morte de seu pet não é sempre igual para todos os membros da família. Temos que saber que não é possível substituir um pet por outro, já que todos os animais que chegam a nossa vida são únicos e insubstituíveis.
Quando, por exemplo, em casa há crianças pequenas, tentamos fazer com que elas rapidamente se esqueçam do animal que morreu trazendo a elas outro novo logo em seguida. Mas embora acreditemos que isso é bom para a saúde mental dos pequenos, poderá ocasionar mais traumas. O cão ou felino que chega ao lar trará lembranças do animalzinho morto e provocará mais choros do que risadas, pelo menos durante os primeiros meses após a morte do animal. Por isso é melhor primeiro aceitar a morte do cão ou gato antes de adotar outro. O sentimento de tristeza que nos invade quando um animal de companhia falece pode ser tão grande como o que experimentamos quando morre um ente querido.
É vital nos darmos a oportunidade para expressarmos a nossa dor, e atravessar o luto como nos parece melhor. Ninguém tirará da mente ou do coração as lembranças que vivemos junto ao nosso pet, e a angústia é compreensível. Esse tempo que nos damos antes de adotar um novo amigo fiel é conveniente para podermos cuidar de nossa dor como se deve e não arrastarmos dores do passado.
Fonte: https://meusanimais.com.br
Nadja
Eu perdi Tom, meu gato e amor da minha vida, em 10/03/25. Eu nunca criei animais então não tinha parâmetro. Tom era calmo, quietinho, brincava pouco mas muito apegado a mim. Como eu trabalho em casa, era o dia todo comigo. Em um dia de sábado, Tom teve diarreia e vômito, então levei em uma clínica. Após exames de sangue, foi constatado que ele tinha doença renal crônica em fase avançada. Ai, comecei o tratamento. Consulta com Veterinária, exame de sangue, ultrassom… tudo era feito em casa porque ele não gostava de sair.
Ele começou a emagrecer e eu já tinha acertado revisão de tudo para pós carnaval, Ele estava com menos apetite e emagrecendo mas não apresentava dores. Também começou com um pequeno mal hálito que eu achei que fosse por conta da medicação. Viajei no carnaval e a cuidadora informou que estava tudo bem. Quando retornei, observei que ele tinha emagrecido muito e o mal hálito estava horrível. No dia seguinte, não comeu nada. Na madrugada de uma sexta-feira, resolvi interna-lo. Na madrugada da segunda, ele morreu. Eu tô mal, muito mal mesmo. Me sinto culpad, triste, desolada.., nunca pensei que sofreria tanto